Iva's place

Aqui, fala-se de amor...esse sentimento louco que mexe cá dentro e nos faz vibrar de emoção.

Seja curto ou duradouro, dele todos queremos um pouco ou não pule cá dentro o coração!

Bem-vindos!

Iva*

sábado, 23 de janeiro de 2010

Trair ou ser traído?! Abandonar ou ser abandonado?


Bem à semelhança de uma Carrie, d'O Sexo e a Cidade, mas em versão mais soft de prática e mais aguçada de pensamentos, aqui me encontro eu a escrever sobre o amor uma vez mais. Sexo também. Não estará sempre implícito?!

Quando nos enredamos numa relação, há sempre aquele prazer explícito de tocar, agradar, sentir, cheirar, tocar, sorrir para, rir com, ouvir a... um envolvimento tão grande que parece que todo aquele prazer corporal e etéreo (alma) nunca vai ter fim... Porquê então trair aquele outro ser por quem nos declarámos outrora (se não há apenas emanas atrás?) tão apaixonados?

Eis uma questão à qual não sei mesmo responder, nem quero, bem vistas as coisas! No entanto, não posso deixar de reparar que cada vez mais avançamos numa onda de "é melhor trair, que ser traído, abandonar que ser abandonado..." E isso irrita-me profundamente!

Aqui a ouvir "linger" dos Cranberries penso na vida a correr e nas asneiras constantes que as pessoas cometem... depois lamentam-se para a vida toda, muitas vezes por terem feito coisas contra o que acreditam só porque fica bem para os outros, sofrendo amarguras só porque os outros acham que sim. Para quê? Viver pelos outros??? Eles vivem por nós? Não me parece!

Trair ou ser traído? Nunca fiz a primeira, já passei algumas vezes pela segunda, mas nunca pela possível razão mais esperada. Ainda quanto à primeira, na verdade, fico tão concentrada na pessoa com quem estou que dificilmente conseguiria sequer olhar para outra uma segunda vez. E não foi por falta de oportunidade que não traí. Oh se não foi! Houve uma altura em que parece que tropeçavam em mim oportunidades e tudo isso, claro, atribuo à na altura malfadada aliança que fui coagida a usar (também foi a primeira e única coisa a que me senti obrigada, que não sou pau-mandado de ninguém e tenho as minhas opiniões muito bem fundadas).

Abandonar ou ser abandonada? Já fui ambas, mas mais a primeira, depois de muitos meses de tentativas falhadas para que tudo desse certo (num dos casos, 10 longos meses a tentar, a tentar... mas depois tive de escolher entre duas pessoas e escolhi-me a mim antes que passasse do chão para baixo). Má? Não sei. Talvez. Fria? Certamente que sim. Foi necessário.

Trair ou ser traído? Qual o consenso então? O preferível era nenhum. Se tivesse que escolher, continua pela segunda. Em mim, cuido eu. Os outros que cuidem deles. Sicuro? forse un po 'di più!!!

Arrivederci!

Iva*




2 comentários:

acbelix disse...

Bravo! Sicuro! Sei di una lucitá increivel. Cuando che l'amore, nesun'autra persona pue inserice al meso de una relazzione.

Bravo! Auguri per te

bacci

Anónimo disse...

Se não és parte da solução, és parte do problema!