Iva's place

Aqui, fala-se de amor...esse sentimento louco que mexe cá dentro e nos faz vibrar de emoção.

Seja curto ou duradouro, dele todos queremos um pouco ou não pule cá dentro o coração!

Bem-vindos!

Iva*

domingo, 16 de janeiro de 2011

And then you just wake up!


"Tantos anos presa e aos tropeções com as pessoas erradas e eis que finalmente acordo para a vida, e, apesar de um problema de saúde grave que me deixou KO, eis que algo me faz acordar todos os dias com um sorriso verdadeiro nos lábios. Encontrei-te!!! Com todas as provas que isso implica, és tu! E não importa o estarmos juntos ou não, encontrei-te, estás vivo!"

E de repente acordo ao som do despertador. Ouço o cantarolar das aves lá fora, abro a janela. Está uma manhã de nevoeiro, misteriosa e húmida, mas sorridente para mim. Assim é que deve ser: um dia, todos os dias! Às vezes é preciso passar por muitas coisas, "adoecermos várias vezes, mesmo sendo donos de uma farmácia" para finalmente querermos usar esses mesmos medicamentos connosco.

Estou bem, de volta!!! :))

Como recuperar de um desgosto de amor - amor, a substância que maior dependência e mais mortes causa no mundo (republicado o post mais visto e comentado)


Afinal a acção de formação sobre dependências acabou por ser muito útil para mim.

Ensinou-me a ver com objectividade e clareza esta situação. Deu-me, sobretudo, meios para recuperar e objectivos a atingir sempre na direcção da cura.

Sim, cura!

Estar dependente do que sinto, da forma como sinto pode ser o equivalente a dependência de substâncias.

Acredita!

Foi mesmo um médico que o disse!

Como tudo começa?
Creio que se resume essencialmente a um desencadear de sentimentos e sentidos que vão levando uns aos outros:



*reconhecimento de padrões entre dois seres (conduz a:)

*interesse


*atracção

*paixão

*amor

---» dependência do que se sente e consequente relativizar e subvalorizar das outras coisas – enquanto esse sentimento é satisfeito, sentimo-nos muito bem, satisfeitos, contentes, hiperactivos, capazes das maiores tropelias do mundo! Nunca se nos esgota a força, a energia, o optimismo.
Até um simples sorriso, um simples piscar de olhos da pessoa que amamos faz com que um dia de chuva pareça menos horrível…

Quando começa a ser um problema?

Começa a ser um problema quando se verificam os seguintes factores (que, novamente, levam uns aos outros):

não-correspondência / não identificação de ou com o outro

problema de valores e objectivos: o outro não corresponde aos nossos ideais ou destrói-os por ter alguém, por não nos dar atenção, por não sentir o mesmo, o que leva a:

coração partido!

O coração partido leva a uma consequente:

desinserção social: perda/afastamento do lugar na sociedade – o emprego perde o seu interesse, deixamos de ser capazes de resolver tarefas muito complexas, de liderar equipas… Depois até as tarefas mais simples parecem complicadas. Começamos a ter insónias, a ter perda de apetite, estar apáticos ou muito nervosos e com sucessivos ataques de mau-humor descarregando as nossas frustrações nos outros. Com tudo isto dá-se, após o afastamento da sociedade, o

afastamento dos amigos.

E, logo e seguida, o

afastamento da família

(deixa de nos interessar o que a família próxima sente por nós, esquecemo-nos de aniversários…).

Ora isto conduz a:


isolamento e depressão, que possível e rapidamente poderão levar a (tentativa de) suicídio pois a vida perdeu todo o sentido.

Haverá cura para um mal de amor?
Claro que há, mas é tão difícil como a cura de dependência de uma substância ou a perda de um vívio e, a qualquer momento, poderá haver uma recaída!!!


TRATAMENTO:
Para haver tratamento tem de haver uma listagem de passos / actividades / tarefas que deverão ser seguidos:

*reconhecimento do problema

*procura de ajuda especializada (conveniente) ou de família e/ou amigos

*tratamento psicológico e psiquiátrico
(ambos muito aconselháveis>) ---» a pessoa é um ser humano, não uma máquina. Tem sentimentos!

*substituição (troca de substâncias para apaziguar a dor)---» no amor, tenta-se trocar o prazer que nos dava amar alguém por outros prazeres, por vezes relacionados com actividades bem mais simplificadas e do quotidiano: uma actividade desportiva, colaboração em regime de voluntariado com uma associação (ajudar os outros ajuda-nos sempre muito e faz sentir-se útil um individuo que perdeu o seu valor quando perdeu a atenção e o carinho de quem amava)… ou simplesmente: o prazer da leitura, de ir ao cinema, de sair com um grupo de amigos…

*redução da substância antagónica que causa ambos prazer e dor (amor) - tentar fazer outras coisas para minimizar a dor; sair para conhecer outras pessoas, fazer novos amigos…

*reinserção social (a pirâmide oposta):

- fazer com que o indivíduo se valorize e deixe o isolamento

- aproximá-lo da família

- fazer com que torne a encaixar no grupo de amigos

- fazê-lo (re) conhecer o seu papel na sociedade

- reintregrá-lo no mercado de trabalho

Consequentemente, ele voltará a estar interessado, motivado atingindo um ponto de equilíbrio que o permitirá caminhar novamente pela rua sem o fazer cabisbaixo, sentindo que carrega o Mundo às suas costas.

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Acho que só o facto de sentir isto já prova claramente que estou a recuperar.
Estranhamente, nunca nos senti tão próximos em sentimento e tão afastados em tudo o resto.

Eu acho que estou no último ponto, reinserção social, voltando a inserir-me no meu grupo de amigos e sentindo-me útil e feliz de novo, muito graças ao apoio que tenho recebido deles. Ainda tenho muitas recaídas, mas já tenho forças para não me deixar arrastar por baixo.

É uma lenta recuperação, mas sei que vou conseguir.
Ainda sinto o que sinto, mas já não me interessa que sintas o mesmo ou não. Cada um escolhe viver mais, ou menos, a sua dor. Eu, se posso ser feliz, opto por sarar a minha ferida e continuar a minha caminhada. Lamber eternamente as feridas só as fará sangrar. Há um tempo para as lamber e outro tempo para as deixar começar a cicatrizar. As minhas já têm crosta.

No fundo e ironicamente, acho que a canção que ouço agora diz tudo:

“all that’s left of us is a Picture in a frame…” – Picture in a Frame, Ben Harper

Em liberdade condicional,

Iva Filipa,

escrevendo com as suas últimas lágrimas de sangue...


Link para o post original - CLICAR AQUI

Passos para ultrapassar um desgosto de amor... (não paixão, mas amor!!!) (republicado)



1º - contar aos verdadeiros amigos (ficamos mais aliviados e eles saberão como ajudar-nos).




2º - não ficar em casa, o lar é o nosso pior inimigo. Há que sair de manhã, apanhar o sol da manhã, caminhar, ir às compras, conversar muito e alimentar-se devidamente. Chorar, falar, ouvir o que os amigos dizem, desde que digam verdades...




3º - não pensar nunca que a nossa vida acabou ali. O Ser Humano tem uma enorme capacidade de se reconstruir após cada vez em que é atingido por uma explosão (não literalmente é óbvio).




4ª - ir no carro ou a andar de bicicleta e cantar alto e bom som, não interessa o quê, mas se ouvirmos e cantar, reslta ainda melhor...




E se isto tudo não resultar, deixo-vos uma última dica hoje:




5ª - UM BOM DUCHE QUENTE: deixar simplesmente a água correr sobre nós...




Acreditem que funciona mesmo!!!
Nota: ir a um concerto não funciona, só nos deixa mais em baixo. Por todo o lado há "casalinhos" e depois há sempre aquela canção romântica que nos lembra a pessoa que nos despedaçou o coração e aquele momento em que as nossas pernas se dobram e precisamos "daquele" carinho, daquele encosto...! NÃO IR A CONCERTOS ... ainda!

Como trazer até nós energia positiva após um desgosto de amor (republicado)


1 - Acordar de manhã, espreguiçar-se e ter um pensamento positivo com muita força.

2 - Tomar o pequeno-almoço é mais que essencial!

3 - Sair para um passeio de bicicleta, se possível e com segurança, com o mp3 nos ouvidos a tocar música de que gostemos.

4 - Pedalar pelo menos 5 km, ao som da música, deixando todos os pensamentos fluir, mesmo os menos bons - assim, esfumam-se nos ares e demoram a regressar...

5 - Chegar a casa e fazer 500 step na maquineta, lendo um bom livro e com o mp3 (ou ipod, já agora) ainda nos ouvidos.

6 - Umas 100 elevações com pesos também ajudam.

7 - No fim disto tudo, um bom duche sentindo a água quentinha (ou fresca, dependendo da temperatura exterior) a cair sobre nós enquanto todos os pensamentos menos positivos desaparecem.


P.S. É essencial ter planos para o dia: limpar, organizar, atirar fora coisas que nos façam lembrar a tal pessoa, acaba sempre por ajudar, mas nada melhor que um bom lanche com os amigos só pelo prazer de estar sentado na esplanada com as delícias da comida e de uma boa conversa sobre coisa nenhuma - quiçá sobre o tempo -, para ajudar a levantar o astral.



Experimentem e depois digam se não ajuda!

See ya! ;)

O complexto de Bela (republicado)



Sempre tive um verdadeiro fascínio por homens misteriosos, geralmente mais velhos... E Justificar completamentenão foi senão há dias, durante um colóquio de especialização da área (gosto sempre de me cultivar) que me apercebi que o meu problema foi sempre ter sofrido do complexo de Bela (como da história A Bela e o Monstro).

Quem sofre do complexo de Bela tem tendência a achar que pode mudar os outros (no meu caso, homens). Quer os achemos monstros, quer achemos que conseguimos acabar com o seu sofrimento.

Se estiverem sós, achamos que lhes conseguimos acabar com a solidão, que os faremos felizes. Se viverem constantemente sem sorrisos, achamos que lhes conseguiremos pôr um na cara... e assim sucessivamente. Talvez por tudo isso eu sempre tenha sofrido desse complexo. Coincidência ou não "A Bela e o Monstro" sempre foi a minha história de encantar favorita!!!

Sofrer deste complexo faz não só com que nos apaixonemos pelas pessoas erradas, como, quando o outro se revela um verdadeiro monstro (seja homem ou mulher), essa agressividade é cíclica/fásica:

1 - fase de enamoramento
2 - fase de namoro
3 - lua-de-mel
4 - humilha
5 - maltrata
6 - agride psicologicamente com frequência
5 - pico de violência (que costuma ser física)

Depois volta à fase 1 após o arrependimento do "Monstro" que faz valer os bons momentos, oferece prendinhas e conquista de novo...

Por isso tenham atenção! Não se apaixonem (constantemente) por um Monstro (em especial pelo mesmo monstro!).

Hoje vou voltar a publicar os posts mais vistos e mais úteis!!!

Leiam com atenção, podem ser um pingo de luz na escuridão em que se encontram embrenhados neste momento!!!

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Ano Novo, Iva Nova!!!


Olá a todos!!!

Após uma longa ausência, essencialmente por motivos graves de saúde, estou de volta para vos dar um grande abraço apertado e vos ouvir, partilharmos histórias, gargalhadas e boa disposição. Claro, vamos continuar a falar de amor.  É a peça que move a máquina do mundo!!!

Como andam os vossos corações?

O meu anda muito bem!!! Lá diz o ditado, fecha-me uma porta, abre-se uma janela! E se a doença temporária me atirou para um afastamento da blogosfera, eis que estou de volta com o coração renovado e cheio de amor e carinho para dar a quem me merecer!!!

Dêem notícias!!! Aqui ou no blog privado!!! Tenho saudades vossas!!!

Até breve e uma grande bjoka,

Iva Filipa

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Amor - a eterna dúvida!!!

 
"Aprende-se a amar não quando se encontra a pessoa perfeita, e sim quando se aprende a crer na perfeição de uma pessoa imperfeita." 
(autor desconhecido)

Restless piece of shit!


E eis que Dom G. volta a atacar, com modos sedutores e fazendo uso do corpo, e faz para nos cruzarmos e, visto ter eu recusado algo, fez agora para e ser apanhada no meio, acompanha-me e aos colegas de forma inesperada, tendo nós cruzado olhares por mero acidente ao pequeno-almoço.

E, logo que pôde, sempre com a mania de tocar e depois a ser extremamente gentil com os meus objectos pessoais dando a entender uma falsa intimidade e sempre dirigindo-se a mim, aproveitando todos os momentos para fazer poses e chamar a atenção, dando uma de muito disciplinado, correcto, ordeiro... fingindo-se um autêntico cavalheiro e um óptimo good boy! TRETAS!!!
(Falai-se no mau... e recebo agora email... vou parar para ver!!!)

Caso para dizer: "olha, vai tu!"

Sim, o email era assim tão bom!!! LOL, enfim!

As pessoas devem desconfiar de tanta simpatia, mas na verdade, além de interesse em ficar bem visto (e não sendo nunca peso na consciência), ele tem é medo que eu abra a boca e fale. Deve ser lixado a "gaja" que se tentou lixar, e se lixou, ter a nossa vida nas mãos e deixar-nos sempre a pensar que um dia se nos acaba a sorte. Deve ser assim que pensas, não é?

Amanhã é um outro dia e será sempre um dia melhor pois será um dia sem ti e é isso que é realmente bom!!!!

Ah, esqueci-me de dizer que agora me dás sempre fortes dores de cabeça quando estás por perto (e do lado em que estás) e não sei porquê, ou talvez saiba. As minhas protecções contra ti estão em alta e, mesmo andando exausta, tendo em conta com o que foste mexer para me fazer mal... deve ser natural!!!

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Definições da Iva - o meu dicionário


Fofa = pessoa arrogante, com enorme escassez de humildade, armada em jet set, sem botão de "espírito de equipa" para accionar e que, quando nos fala, é sinal que o pedestal se está a partir e precisa de alguém que lhe amorteça a queda.

Fofo = gajo que nos quer saltar em cima, nos julga burras, não é inteligente, mas apenas esperto e, acima de tudo, joga todos os seus interesses, agindo com extraordinária simpatia, desfazendo-se em elogios só para conseguir o que quer: um troféu!

(Isto após a definição de "gorda" no post anterior)

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Zonas sedutoras



Se acham que andar com o peito à mostra é sedutor, então experimentem estar numa reunião com uma equipa maioritariamente dominada por homens, fazer uma apresentação, e um pouco das costas aparecerem... exactamente a zona das costas por cima do rabo, aquela onde muitas pessoas, inclusive eu, têm duas covinhas... e depois há sempre a colega "gorda" (atenção que quando eu falo em gorda assim refiro-me àquelas pessoas cujo cérebro só tem massa gorda e zero neurónios, não me refiro ao factor físico!)...

Como eu ia a dizer... há sempre aquela colega "gorda" que nos indica e avisa, muito indignada que a nossa blusa subiu, quando na verdade só subiu 2 cms...mas o suficiente para a parte masculina da equipa se babar literalmente (na falta de algo para fazer), tal não era a atenção!!!

Portanto, meninas, nada de mostrar 2 cms de costas... Podem ser acusadas de assédio, atentado à moral e aos bons costumes e, quiçá, de vestes indecentes no local de trabalho!!!

Obrigada, "gorda"! Obrigada a ti que andas por aí a colocar 2 kgs de mamas na secretária do chefe sempre que algo não te corre como queres!!!

terça-feira, 28 de setembro de 2010

O amargo sabor da maldade



Por vezes a maldade vence e o inimigo ri-se pois manipulou tudo em seu redor.
Ou, como costumo dizer, lixou-me com F bem grande!
Mas... nada menos bom dura sempre! E mesmo que fosse para a eternidade, ninguém sabe quanto tempo dura um pedaço de eternidade!

E é então que o mal se esconde, solitário, entre as venezianas semi-abertas com um toque de escuridão, rodeando-se de sons de uma alma vazia, rancorosa, egocêntrica, egoísta e sem eco: a sua!
Mal de mim atormentada pela débil saúde, correndo depressa para aproveitar todos os meus dias como se fossem o último, pois, um dia será mesmo.

Quem ele foi? Não sei. Avancei e fingi que não existia. E foi há pouco mais de dois anos que me libertei. E...? Sinto-me viva, apesar de tudo!

Iva*

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Os banhistas tímidos



E para quem resolve tirar uns diazitos neste mês semi-outonal para uns dias na praia, apesar das temperaturas muito frias que já se fazem sentir, ao contrário do ano passado em que andei até fim de Outubro de alças e sandálias, há sempre aspectos que não passam despercebidos. Neste caso, os banhistas tímidos - aqueles que escondem o corpo por algum motivo, muitas vezes invisível aos olhos dos outros... e se dedicam a, timidamente, apanharem uns raiozitos de sol, meio escondidos entre o chapéu de sol, grandes chapéus/bonés na cabeça e gigantescos óculos de sol.

Diria eu que Setembro é o mês dos solitários, que reparam sem tentar disfarçar, nos poucos casalinhos que se dirigem à praia, sem rebentos a chorar, a rir, a saltitar, seguindo-os carregados de brinquedos e birrinhas de criança. Setembro é o mês dos solitários, da mesma forma que Agosto o é das famílias, em especial aos domingos onde pai-chateia-mãe-e-mãe-chateia-pai-para-satisfazer-os-caprichos-do/a-pequeno/a-e/ou-de-uma-nova-gravidez.

Estas pessoas são solitárias e escondem-se. De tudo. Do amor também. 
O que foi que as fez esconder assim?

E, de súbito, a praia parece-me falésia, abismo, convento... 
repleto de almas sem eco, soltas ao vento...!

Iva*

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Com (alguma) bolinha vermelha!



Ao telefone...


Ele - Então, como estás?

Ela - Esfomeada...

Ele (riso dissimulado antes que ela pudesse terminar) Então, eu estou aqui!

Ela - Engraçadinho!!!

Ele - Por acaso...

Ela - Mas eu não disse do que tinha fome, logo...

Ele (risada nada inocente de novo)

Ela (corando e com vontade de o fuzilar por telefone) - Por acaso estava a pensar em camarões...! Se queres saber.

Ele (resposta com três bolinhas vermelhas, em género de anedota com camarões...)

Ela (muito vermelha e furiosa) TOTÓOO!!!

Ele - Olha que eu aperto os mamilos a quem me chama totó!

Ela -  ui, entao espero que não tenhas um espelho à frente AGORA QUE  O DISSESTE... PORQUE SE TENS... boa sorte com isso!!!


(silêncio constrangedor do outro lado...! sem qualquer resposta...!)


(...)

domingo, 19 de setembro de 2010

Coincidências


Ela olhava para a televisão segurando nas mãos uma qualquer revista.
De súbito, bateu-lhe forte.
Aquele último presente não tinha sido um qualquer. Não era apenas significativo. Era caro. Muito caro. E agora entendia - tinha sido um presente de despedida.

Amaldiçoou-se por pensar nele. De novo. Ainda.
De súbito o som de uma flecha ecoou pela cozinha. O seu notebook acabava de assinalar a chegada de uma mensagem nova no email. Olhou para o lado ainda meio adormecida e leu o remetente. Era ele. De novo. E, curiosamente, referia de forma indirecta aquele último presente. Mas este email não era como tinham sido os outros - era simples, frio, despegado... mas ligara-se ao seu pensamento como acontecera tantas vezes quando se permitia pensar nele.

Coincidências... Ecos do passado. O destino é cruel ou quê? Não seria, se tudo fosse um filme. Mas não é. Nunca foi.

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Palavras são apenas... palavras!



"Sonha com o dia em que ficaremos juntos para sempre porque cada vez está mais próximo ;) Amo-te do fundo deste coração que é teu e só teu até à eternidade**** 

03-11-2004

Quanto tempo então dura um pedaço de eternidade?!


(Por vezes guardamos mensagens durante anos a fio e só reparamos quando começamos a apagar nelas, sem rumo...!)

«You said you would love me until you die. And as far as I know you're still alive» - Shakira, Illegal

sábado, 11 de setembro de 2010

Lingerie!!!

Fios, tangas e afins versus Cuecas de gola alta



- Quem usa fio dental e tanga é quem anda na má vida, quem usa o corpo para seduzir, quem se gosta de exibir por aí.

- Hummm...

- Normalmente são aquelas gordas, com o rabo todo fora das calças transparentes... dessas que saem à noite que se farta, desesperadas por um homem...

- Hummm

 "Isso deixar-me-á exactamente onde? Trabalho inclusive fins-de-semana, ninguém sabe o que uso por baixo da roupa, não sou gorda, não uso roupa transparente, não ando em engates por aí... ok... dasss! Uso fio dental e tanga... CARAMBA, IVA, PORTAS-TE MAL!!!"

Usando agora a frase de um amigo (sorry, não consegui resistir)... como me porto mal por não usar propriamente cuecas de gola alta (ainda que ninguém o saiba se uso ou mão), estou sozinha! ahah. LOL!!! Os fãs ocasionais devem ter visão raio-X e ser super heróis da banda desenhada! Ah, pois claro!, está-se MESMOOOO A VER!!!

Homens casados


Não há coisa mais triste do que um homem casado a atirar constantemente piropos nada inocentes, a insinuar-se verbal e fisicamente cada vez que entramos na sua presença (acontecendo isto diariamente e há algum tempo), pedir ajuda no trabalho ou... estar constantemente a convidar para um café, para um jantar... para um lanche...

Pois é... depois quando pergunto se a esposa está bem ou quando tira férias para passear com ela... existem súbitas pilhas de trabalho para fazer, deadlines para cumprir, o pai para visitar, a avó para levar às compras ou... ir à loja de telemóveis trocar algo...

E depois eu é que sou má??? hummm, Me no thinks so!!! (inglês de loira muito burra!!!)

Iva*

P.S. será a minha demanda lembrar-lhes que são casados? Hellooo???!

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Strange funny ways...


Não há fome que não dê em fartura...! (Que é como me disseram hoje "loud and clear": "minina, tá chovendo no teu quintal! Você tá parecendo a última bolacha do pacotxi" (pois é, para quem não sabe, a última bolacha é a rainha "do pedaço", a melhor!!! Sempre entendi isto ao contrário até me explicarem, mas... voltando ao assunto...!)

E quando os passados voltam... às vezes dá a sensação que o todo poderoso está a brincar connosco, a pôr-nos à prova, só para verificar se, de facto, temos certeza do que queremos... e do que não queremos também.

Pois, passado(s)... não sei se me hei-de referir a um em especial se a todos... mas esta foi outrora a vossa música:

«Há quanto tempo, Adelaide Ferreira» (nada habitual para mim esta, mas diz tudo!)


Agora será mais...

«Tô nem aí, Luka» (Que remédio! Fui obrigada a isso, agora? Habituei-me à "obrigação".



E afinal... "Is it getting better... or...?"

«One, U2»

Um truque e um conselho



Tenta parecer o teu melhor a cada dia que passa! No dia seguinte vais estar, com certeza, muito melhor!!!

Iva*

As palavras que não queremos ouvir dizer


"Está novamente a refugiar-se no computador. E quando assim não é, opta por situações impossíveis, relações à distância ou pessoas... praticamente impossíveis do seu ponto de vista. Assim, tem sempre desculpa para não se entregar. E o problema é que os seus sentimentos não são falsos, são verdadeiros, é por isso que lhe dói sempre tanto. É por isso que se magoa sempre tanto e tem cada vez mais dificuldade em confiar nos homens, em se entregar a sério numa relação."

E faço o quê?

"Corte toda e qualquer situação ou relação impossível, neste caso e para si: à distância, que não seja apenas de conhecimento desinteressado. Não mascare os seus sentimentos com amizade. Sabe bem que não será assim e nesse assunto já é reincidente. Deixe-se de dramas! Questões de idade, relações à distância, diferentes estratos sociais, divergências políticas... nada disso justifica esse medo tão grande de entrega. Já não há impossíveis hoje! De avião chega-se a todo o lado. E quando se ama, fazem-se sacrifícios! Entenda isso! E das duas partes!"

Mas eu não quero sair daqui, não quero deixar o meu trabalho...

"E quem disse que tinha de ser feita a primeira cedência pela sua parte? Custa-lhe assim tanto ficar a dever algo a alguém se for a outra parte a fazer esse "sacrifício"? Será que o seu orgulho é assim tão grande? Se acha que é mesmo impossível, corte o assunto! Mas depois não fique a pensar nisso indefinidamente, usando esse factor como máscara para se esconder do mundo. Vá para casa, olhe-se ao espelho! Você é linda! Tem uma inteligência acima do normal. É esforçada, trabalhadora, muito empenhada. Seria capaz de fazer qualquer homem feliz. Do que tem medo afinal?!"

Mas...

"Se acha que é impossível. Corte. Feche essa porta e siga a sua vida. Mas já é altura de ser bem sucedida também em questões sentimentais. Agora não se esconda atrás do computador, ou no seu mundo, criando situações que diz serem impossíveis para fugir de novo... Se surgir alguma pessoa na sua vida e a considerar importante... e se acha impossível. Liberte-a! Corte contactos! Afinal, não vai fazer novo drama disso na sua vida, pois não? Como espera ser ajudada se não cumpre o que lhe peço? Terá de ser a primeira a ajudar!!!"

«Beto, Memórias Esquecidas»
 

Nota:

Nem sempre o que escrevo aqui está actualizado. Quando não refiro que foi agora ou há dias... são apenas assuntos que me ocorrem e que devem ficar registados...

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

El silencio de la espera del tiempo

«El silencio de la espera, Andrea Bocelli»



E se... tivesse 1 hora para voltar atrás e ver como poderia ter sido diferente aquele momento, por ter sido diferente aquela atitude? Só uma hora... e depois voltar ao presente... e voltar a ser meia-noite, do mesmo dia... como se aquela outra hora nunca tivesse existido e de um sonho de conformismo/ confirmação não passasse...? What if...?



quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Me, myself, I and Je


Bem, creio que depois de leite entornado, já nada mais há a fazer.
Por vezes tomamos decisões estupidamente radicais e isolamo-nos no casulo, afastando de nós os sorrisos. Para os outros serão decisões irracionais e depois ouve-se constantemente "quem tem medo..." ou "quem não arrisca...". Mas não compreendem. A angústia de se estar presa, o pânico de se entregar de novo o coração, o sufoco de um "e se..." que pode facilmente culminar num "não"!

Depois, muitas vezes dizem que não compreendo estas angústias. Emtão não?

Um ex (the big first serious one) que se lembra de mim passados quê? 10 anos depois? 11??? Na verdade, para mim parecem ter passado mais de 20 anos, se calhar foi isso... Entra a todo o vapor na minha vida, recitando um já bem conhecido rol de elogios magnificamente estupendos (again!), fala em casar, em filhos... refere até os filhos que já teríamos tido por esta altura, já grandinhos e na escolinha... faz questão de me informar que está bem posicionado, que ganha bem... E é isso que me interessa? Não é! Eu nem me lembrei mais de me esquecer de ti, simplesmente deixaste de existir na minha vida...!

Dois outros ex, com longas relações das quais prefiro nem falar...

Depois o Dr. Gravatas, muito bem apessoado na sua chiquérrima super-bem-conhecida empresa, ao qual nem namorado posso chamar porque para mim, bem vistas as coisas, não foi. E depois as ameaças que choveram daquela parte (felizmente tenho testemunhas e provas materiais do sucedido)... mas ele estava borradinho de medo que eu sujasse a sua imagem tão bem aceite, tão agradável no seu meio. Manipula tão bem as pessoas!!! Continua a fazê-lo e as mulheres caem-lhe aos pés ao fim de 5 minutos de conversa. Pois é, o hábito faz mesmo o monge... parecer monge! Mesmo quando é o lobo vestido de cordeirinho.

Após isso, quando penso que finalmente consigo resolver tudo e estar frente a frente com o Lacoste, algo falha, acabo por dizer adeus por ver que algo não está como deveria e, um ano depois... sem ninguém o saber ou esperar... casa-se! E, pelos vistos, mesmo depois de casado, continua a ser simpático dizendo que tenho um lugar muito especial no coração dele porque sou muito especial... Bem, cabe-me o papel de amante ou quê?! Pseudo-platónico-amante, claro, pois nunca tivemos nada. Mas também não posso dizer que não houve... Enfim... Homem casado é que não! Chamem-me antiquada, mas isso seria o degrau mais baixo, talvez o único que me falta descer nesta escalada invertida das cabeçadas na parede do coração...! Homem casado é, de facto, homem casado. Separado ou não, enquanto o papel disser casado... não sou capaz!!! Nem faço por isso!!! Relações à distância? Sorry, mas também nada disso!!!

Agora culpem-me por fazer as coisas erradas, dar a entender as coisas erradas, afastar-me por não querer andar angustiada de novo, por não querer apenas amizade (de novo!), por querer simplesmente ser livre... antevendo desde logo outra cabeçada na parede, mesmo sem tentar, mesmo achando que nem haveria hipótese de tentar.

Agora recolho-me à casinha da medriquice, guardando no bolso a minha liberdade, não esperando que me ofereçam a carta de alforria, levando o coração num fio bem amarrado ao pescoço... para não fugir, para não ser roubado... ainda que isso me faça parecer frágil, mesmo que isso me torne, de certa forma, um pouco frágil. Mas livre também.

Iva*

P.S. Só a morte não tem cura. Só a morte não tem solução. E eu que o diga. Bateu a uma porta próxima já este ano, e depois a outra... Isso deixa-nos a pensar no nosso pseudo-egoísmo por vezes necessário, mesmo que errado, mesmo que arda cá dentro, ainda que nos faça sofrer todos os dias um pouco... do outro lado do mundo.

«Maria Mena, Fragile»


«Sting, Fragile»