Iva's place

Aqui, fala-se de amor...esse sentimento louco que mexe cá dentro e nos faz vibrar de emoção.

Seja curto ou duradouro, dele todos queremos um pouco ou não pule cá dentro o coração!

Bem-vindos!

Iva*
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sábado, 17 de setembro de 2011

Nova incursão by Dr. Gravatinha (anos depois, a saga continua, desta vez unilateral)


 (imagem google)

Para quem já segue este blogue há uns anos, saberá reconhecer o Dr. Gravatinha! Que foi a primeira razão para a abertura deste blogue.

Para quem só agora cá chegou, pode procurá-lo nos primeiros posts e muitos outros seguidos em que eu estava em pleno sofrimento.

Basicamente, um gajo frustrado, bissexual, mas com mais tendência para um dos lados, que me tentou usar para tapar os telhados de vidro e se dar bem no nosso local de trabalho, que me tramou lá, mas que acabou por levar em cheio com os estilhaços do que fez e simpaticamente (isto é pura ironia!) convidado a sair.

Saiu, cuspindo no prato que o alimentava, contudo, voltou um ano e tal depois, alegando que, afinal, aquela empresa era o amor da sua vida e não a anterior. Tentou aproximar-se nessa altura como se nada fosse, disse-lhe simplesmente que nada tínhamos a falar. Sem raivas ou rancores, nada ficou da amizade que eu pensara haver outrora, quanto mais de qualquer tipo de sentimento.

De momento, deve estar no topo da sua carreira de palerma emproado, já que conseguiu trabalhar nos novos projectos comigo e até está a semi-chefiar três deles!

Há pessoas que não crescem nem aprendem nada nesta vida! Gentinha baixa!!!!
Só me imagino armada de rolo da massa e um grande tacho a dar-lhe com ele pela tola, over and over again, enquanto bato com o rolo no tacho de cada vez que lhe acerto na cabeça!!!!

Iva«««

P.S. Será que me esqueci de mencionar a parte em que me drogou para me tentar levar para a cama? Hummmmmm

terça-feira, 28 de setembro de 2010

O amargo sabor da maldade



Por vezes a maldade vence e o inimigo ri-se pois manipulou tudo em seu redor.
Ou, como costumo dizer, lixou-me com F bem grande!
Mas... nada menos bom dura sempre! E mesmo que fosse para a eternidade, ninguém sabe quanto tempo dura um pedaço de eternidade!

E é então que o mal se esconde, solitário, entre as venezianas semi-abertas com um toque de escuridão, rodeando-se de sons de uma alma vazia, rancorosa, egocêntrica, egoísta e sem eco: a sua!
Mal de mim atormentada pela débil saúde, correndo depressa para aproveitar todos os meus dias como se fossem o último, pois, um dia será mesmo.

Quem ele foi? Não sei. Avancei e fingi que não existia. E foi há pouco mais de dois anos que me libertei. E...? Sinto-me viva, apesar de tudo!

Iva*