Iva's place

Aqui, fala-se de amor...esse sentimento louco que mexe cá dentro e nos faz vibrar de emoção.

Seja curto ou duradouro, dele todos queremos um pouco ou não pule cá dentro o coração!

Bem-vindos!

Iva*
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sexta-feira, 23 de setembro de 2011

As estradas do amor


 (imagem google)

Quantas vezes nos sentimos perdidos, apáticos, sem energia, perdidos nas teias do amor? Quantas vezes nos sentimos incapazes, deficientes de amor, necessitados de uma vontade maior?

Mas... o maior amor começa em nós. E vai de nós para o próximo. E só quando o próximo retribui da mesma forma desinteressada começamos a evoluir no sentido de algo muito maior que nós!

Iva«««

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Três barcos do passado


 (imagens google)

E para quem diz que águas passadas não movem moinhos, aqui fica algo para reflectirem.

Em menos de oito dias houve três pessoas que me contaram histórias muito semelhantes: paixões ou amores do passado que agora se reaproximavam e confessavam um dia ter sentido algo muito forte.

No caso do Nuno e da "sua" Maria, ambos tinham gostado muito um do outro e nunca nenhum tivera coragem para o dizer. Há dias, depois de a ter reencontrado no facebook, eis que ela lhe confessa que teve uma paixão por ele vários anos... e ele também o confessou. De momento, andam num ambiente estranho, mas saudável, a (re)conhecerem-se. Será que este barco do passado, afinal ainda não tinha partido?

Em relação à Lília e ao seu Bruno, o caso não é bem assim. Namoriscaram, não deu em nada, seguiu cada um o seu caminho. Agora, cerca de 25 anos depois reencontram-se. Ela casada, mas infeliz com o seu casamento sem filhos e por um marido que é adorável mas não a compreende nem tem muitas coisas em comum com ela, o que não é ajudado pelos horários totalmente opostos - ela assistente administrativo, ele segurança numa discoteca. Agora surge o Bruno, divorciado e com um filho a seu cargo... E ela que já andava a pensar divorciar-se em comum acordo com o marido, fica ainda mais indecisa.

O último caso é o da Patrícia e do Mário. Ele que tinha ido para Timor tantos anos, regressou há pouco tempo. Ela tanto tempo sozinha e está numa relação estável há cerca de um ano, pensa que o ama e agora surge o Mário e ela sente-se atraída por ele... Será que a Patrícia ama mesmo o Mário?

Nenhuma destas situações é fácil e não serei, com certeza, eu que irei decretar opiniões. Acho que tudo tem de ser muito bem pensado e se é uma coisa que não existe, são situações fáceis ou amores impossíveis. O que é certo é que os barcos do passado podem não ter partido, podem facilmente voltar atrás, são decerto intemporais e as pessoas estão sempre a tempo de mudar o seu destino - embarcando neles, ou deixando-os, FINALMENTE, partir e descansar em paz.


Reflictam sobre o assunto, sabendo que não há verdades absolutas, nem fantasmas enterrados e, muito menos, amores impossíveis ou "tarde demais" até a morte chegar e nos levar!

Yours truly,

Iva«««


Frase do Dia - para reflectir


(imagem google)
"A vida não é uma vela curta para mim. É um tipo de tocha esplêndida, que estou segurando pelo momento, e quero fazer com que ela queime tão brilhantemente quanto possível antes de passá-la para as próximas gerações."

(George Bernard Shaw)

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Pensamento IVA do dia: a minha cabana!


 (imagem google)

"A minha fachada é um palácio, mas lá dentro cheira a cabana."

Há muita gente assim. Eu digo: Tenho uma cabana, mas vivo nela como num palácio.

Só tens de escolher ou a cabana ou o palácio. :) A isso se chama SAVOIR VIVRE!!! Por isso, vivam! Escolham e vivam!

Iva +-*+-*+-*

Da minha boca para os teus ouvidos...

 (imagem google)

Por termos a capacidade de amar, somos seres extraordinários. Pena será que muitos gastem mais depressa a capacidade de odiar, gerar intrigas e maltratar, ao invés de educar a sua capacidade de amar.

Mesmo quando estamos tristes nada, nem ninguém, vale sequer o pensamento de exterminarmos a nossa existência!

Basta pôr um pedacito de amor em cada passo que damos e isso fará com que progridamos sempre mais e mais. É para aprender que cá estamos e nada mais eficaz que fazê-lo, amando e colocando amor em cada gesto nosso.

Quem nos julga não nos ama! Quem nos ama, quer-nos em paz! Deseja-nos sorte e saúde e muito amor e serenidade!!! Exterminarmo-nos por falta de aplausos naquilo que fazemos??? Porquê?

Imaginem que andam deprimidos porque ninguém vos vangloria no que fazem... Certo é que, quando aplaudidos, executamos sempre as tarefas de outra forma, com mais alegria e força, mas essa força não deve ser confundida ou misturada com orgulho. Devemos fazer as coisas por gostarmos de o fazer e não para que os outros tenham inveja de nós. Esse será sempre o passo errado e, depois, quando as coisas falham, caímos rapidamente. Não temos quem nos aplauda e pensamos em exterminar a nossa existência. Contudo, nós somos MUITO mais que mero eco de aplausos!!!


Já temos o nosso valor e se, de qualquer forma, a multidão que nos aplaude não fosse fisicamente munida de membros para nos aplaudir??? Dessa forma, até poderíamos ter uns merecidos aplausos que não exaltassem exageradamente o nosso orgulho, todavia, não deixamos de ter o nosso devido valor. Não podemos nunca é desvalorizar quem em nós acredita só porque não ouvimos aplausos. Nem todos têm mãos! Nem todos tentam exaltar o nosso orgulho exacerbado, que, bem vistas as coisas, não é mais positivo que 3%.

Entre muitas outras coisas, estas são as que hoje vão da minha boca, que sofri, para os teus ouvidos, que estás a sofrer, com dores físicas e bem piores na alma... Estas palavras são para ti, que pensas exterminar a tua existência porque não ouves aplausos... e talvez porque nem te dês tempo para que quem acredite ao pé de ti, junto a ti chegue e contigo troque um brilho especial no olhar, por falta de mãos para bater palmas...

Da minha boca para os teus ouvido, eu,

Iva-*---*---» :)

terça-feira, 6 de setembro de 2011