Todos os caminhos me levaram a ti!Procurei-te,não te achei.Nunca te deste a mais ninguém.Será que agora me vês?
Agora quero partir,mas sinto que continuo encostada a ti...e tu a mim e isso contraria a minha essência.
E quando pensei que o sonho tivesse terminado,encontrei-te...Será que tu me encontraste já?Não sei,mas,por agora vamos partilhar o silêncio de um abraço e, enquanto a vida não corre e a clepsidra não anda...ENCOSTA-TE A MIM!AGORA!
Iva's place
Aqui, fala-se de amor...esse sentimento louco que mexe cá dentro e nos faz vibrar de emoção.
Seja curto ou duradouro, dele todos queremos um pouco ou não pule cá dentro o coração!
E se aqui se fala de amor, que tal, para variar, mencionar o amor aos animais?
Que me dizem desta "mulher" que atirou para o lixo uma gata que nada de mal lhe fez? Agiria diferente com um ser humano indefeso? Não me parece, mas... espero as vossas opiniões!!!
E uma questão final: terá capacidade de amar alguém?
As mulheres gorduchas casam primeiro - deve ter a ver com o seu aspecto mais maternal, segundo tenho ouvido.
Os gatos nem sempre caem de pé - se estiverem distraídos, podem cair de lado.
Num casal, há sempre um que manda e o outro que é mandado. E a certa altura, há sempre um que quer ter mais razão que outro.
Se as gordinhas são gozadas, às magras são-lhes atiradas com mais frequências frases como "estás tão magrinha" - é como se o povo pensasse "como é magra, não se ofende".
As gordinhas ficam bem de vestido e saltos altos - que estupidez é essa de lhes dizerem que não?! E também ficam bem com roupas justas - há é que saber conjugar cores, padrões e acessórios, como lenços, por exemplo.
Na praia, reparam sempre primeiro no rabo das mulheres, depois é que começam a olhar para outros locais. A cara costuma ser o último detalhe observado... virá daí a expressão "com um saquinho na cabeça até marchava"?!
Às vezes a vida toma rumos que não compreendemos. Talvez nem o devamos questionar. Alheios a tudo, a verdade é que a realidade lá fora é e será sempre diferente da nossa realidade: lá fora coexistem incontáveis realidades, cá dentro vive a parcialidade da minha.
Há apenas que ter em mente que tudo se soluciona quando temos força suficiente para acreditar e amor bastante para vencer. E se alguém cruza a nossa vida, será sempre por um motivo. Mesmo que esteja apenas de passagem e não permaneça, algumas vezes contrariando o nosso desejo. Mas a vida tem percursos estranhos e o estranho é não haver nada de estranho. É ser supostamente normal ser assim.
Estranha agora a afirmação? Talvez. mas nem sempre temos todas as respostas e para cada etapa há um luto a cumprir, sem levar pedras na bagagem, mas deixando apenas ficar para trás fofinha nuvens e oferecendo lindas flores, nunca os espinhos, à nossa passagem.
E depois é só ter clareza de raciocínio suficiente para entender estas palavras escritas ,sem rancores, com o coração.
What are the odds of seeing him in the right same place, many kms away (twice in the same week) when I arrived at the beach late in the afternoon and stayed there for less than 2 hours?! He did not see me, as in the first time. Am I being punished for something?! Is that because I was not there alone and had someone to warn me?
Passamos o ano inteiro a ver anúncios de mulheres perfeitas, sem celulite e estrias e depois chegamos à praia e o que não falta são rabos ao léu, todos estriarosos e celulíticos... afinal para quê toda essa distorção da realidade? Ou bem que é genético ou então...! E, de facto, o mais normal é mesmo ver esses ditos rabos ao léu bem assim, com celulite!!! E se as mulheres querem andar à vontade, por que não o dito do bikini entre os pneus Michelin (como chamam os homens) e a celulite à mostra?! Existe, é natural, não é como se fosse parte de um ET certo?
Isto só me recorda o belo do anúncio da Dove... que aqui vos deixo.
P.S. esqueci-me de mencionar as supostas disputas entre homens, exibindo as namoradas como quem diz "a minha tem mais mamas, menos celulite e menos pneus que a tua". Afinal só serviremos para exibir? Oh, meus queridos, para isso mais valia um saquinho na cabeça!!! E se pensam que os homens não sofrem destes "males de verão", estão muito enganados. Se as mulheres são mais propícias a ter celulite, os homens são mais a terem estrias... e também celulite, mas os pêlos normalmente disfarçam isso tudo. AH, pois é!!!!
Quais são as hipóteses de estar a quilómetros de distância e me cruzar com (talvez?), a pessoa que mais amei mesmo não tendo tido nada com ele? Ora aí está! Estando eu de férias "very far away" e o Dr. Mini Micro Palito (aka Lacoste) a trabalhar, eu diria que, quanto muito, seriam, senão nulas, apenas 0,0001 % mas, pelos vistos, acontece!
Venho eu a cruzar o parque de estacionamento de um hospital central a muitos quilómetros de distância quando me distraio a olhar para uma pena de pavão, que vi no chão e achei lindíssima, tendo pensado e verbalizado "sinal de sorte!".
Essa mesma fracção de segundos foi o quanto bastou, happily!, para não nos cruzarmos.
- Olha o...! - exclamou quem me acompanhava.
- Qual...?
- Ora, qual...?! (como quem diz que eu bem sabia qual era!).
- Sabes que quando vínhamos a entrar aqui vi um veículo como o dele e me lembrei automaticamente, sem me ter apercebido... - exclamo em voz alta sem me aperceber. Interiormente penso várias coisas ao mesmo tempo.
"O interruptor ainda não se desligou a avisar que está por perto!"
"Por que é que o interruptor ainda não se desligou?!"
"Ora aí está o gajo (casado à pressa e muito às escondidas) de quem me despedi há mais de um ano e cuja situação nunca ficou resolvida!"
E a última e derradeira questão:
"Porquê?"
Verbalizo novamente "a ver se não nos cruzamos" ao que, quem me acompanhava anuiu sem sequer questionar. Na verdade, para quê colocá-lo numa situação estranha que ele tenta a todo o custo evitar, ver a aliança no dedo, quando ele nada contou e eu pensava que éramos amigos?! Totalmente desnecessário.
Penso para mim mesma neste exacto momento em que dou azo e vida aos meus pensamentos escrevendo no bloco de notas colorido que trago dentro da mala e dou pelas conclusões "começou o dia como começou e, ainda nem três horas passaram e já dois choques para eu estar bem acordada. Alguém lá em cima deve estar a brincar comigo, só pode! No entanto, quando os acontecimentos se sucedem em catadupa é porque o final está próximo e a resolução final (aka DESAPARECIMENTO), quiçá, "ao virar da esquina". Portanto, venham de lá o Gravatinha na praia à tarde, o ex-B. na gelataria ao pôr-do-sol e o ex-T. no restaurante à noitinha! Venham de lá todos!!!
Atravesso o resto do parque que me falta, consciente do cheiro ocre mas agradável da carrraspa arrezinada e da caruma caída dos pinheiros em meu redor e, ao mesmo tempo que vislumbro a mancha amarelada do pólo desaparecer por entre os pinheiros e o "supé" topo de gama cor de nuvem, ouço-me dizer num tom cómico e, simultaneamente, melodramático, piscando o olho:
- Achas que seria muito mau se me chegasse ao pé dele, lhe tossisse para cima e dissesse que estou aqui no hospital porque tenho algo contagioso?!
Iva*
P.S. Curioso ter sonhado com ele e ter contado a quem me acompanha o que tinha sonhado; mais curioso ainda ser "pavão" uma das suas alcunhas e ter visto a pena (estranhamente) ali naquele local tão inesperado.
E se não existe o par perfeito para nós? Ou se raramente se encontra esse outro alguém diferente, mas ao mesmo tempo que nos complementa alma e completa coração?!
Será isso-tudo: uma busca pelo Santo Graal ou tão somente uma caça aos gambuzinos?!
Deixar-nos-emos guiar pela maré, não interessando aonde vai parar, simplesmente porque "tem de ser"? Condenar-nos-emos a viver ao lado de uma pessoa que finalmente se revela, após tanto tempo a usar a máscara, apenas por medo de mudar e ser vistos como um fracasso?
Por que motivo não lidamos bem com o fracasso? Será por nós mesmos ou... por um estúpido terror social de sermos vistos como "avariados" e "autênticos fiascos"?
Por que não temos a coragem de lutar ferozmente pelos nossos sonhos e, ao invés disso, mais depressa transpiramos copiosamente, esforçando-nos por criar obstáculos? Medo da mudança? Receio da alteração da rotina? Ou, mais ainda, pânico de sair de uma situação má para outra pior?
Deveremos então deixar-nos aniquilar enquanto seres inimitáveis e únicos por medo de sermos mal recebidos ou rejeitados pela sociedade e até pela própria família? Não será a aniquilação maior que o exílio, pior até que a própria morte?
Será o desejo de união de corpo e alma um dogma sonhado? Um castelo de nuvens num conto de fadas? Valerá a pena sucumbir ao "aqui e agora" dos prazeres do corpo e deixar para trás, para todo o sempre, tudo o mais... o antes e o depois?!
«Não desistas de mim!» - Peço a mim mesma para nunca desistir de mim!
Podemos desistir e deixar de ter forças para muitas coisas na vida, mas...DESISTIR DE NÓS? DOS NOSSOS SONHOS? DAS NOSSAS IDEIAS? DOS NOSSOS IDEAIS? Se a alma é grandiosa, nunca! "pernas para o caminho, que a montanha vai a Maomé, se preciso for!"
Este poderia ser, definitivamente, um posto gigantesco, mas irei reduzi-lo pois o tema daria milhas para correr o mundo!
Casais actuais - dinheiro, filhos e as suas relações.
Quantos casais conhecem que tenham conta conjunta no sentido de partilharem tudo, sem andarem constantemente a "pagar ao outro" o que o outro gastou a mais?!
Eu, se escolher entre 5 conhecidos, apenas afirmo que só um partilha tudo. Os outros depende - em dois casos vivem juntos só ao fim-de-semana (por motivos profissionais) mesmo tendo filhos; outro vive junto, partilha casa, raramente se vê,cada um tem a sua conta e existe uma conta conjunta para as despesas da casa.
O 5º casal ... bem, divide tudo - contas absolutamente separadas, mas, se um gasta mais 5 cêntimos, o outro tem de lhe devolver 2,5. E não estou a brincar. É absolutamente irritante!!! (Serei só eu a notar isto e a ficar incomodada?!)
Entre este casal não há um gesto espontâneo como um pagar o café do outro... nada de nada! E se um o faz, o outro logo dá o dinheiro à frente de toda a gente. Pior ainda, se um se esquece, o outro "azucrina-lhe" a vida porque gastou mais X com ele/a. E quando se trata do dinheiro gasto com os miúdos... uiii! É melhor nem começar a exemplificar... CARAMBA! O sexo deve mesmo ser ULTRA espectacular! De outra forma não se entenderia!!!
Ora aí está, um post cultural ou, pelo menos, assim parece à primeira leitura.
Tanto em Portugal, como noutros países, é engraçado e caricato verificar que, em locais de veraneio, há sempre alguns bens que se esgotam primeiro - normalmente: água, açúcar (às vezes leite também) e... preservativos!
Isto é como tudo na vida: cada um sabe de si, mas quando o assunto são primeiras necessidades...!!!
"Manuel casou-se com uma linda mulher e, furioso, volta para a casa da mãe no dia seguinte.
- Manuel! - chamou a mãe surpresa - Que aconteceu?
- Ora pois, mãe... Depois da festa de casamento, eu levei a Maria para o hotel e fui para a cama com ela. Bom, nós íamos fazer amor, quando eu descobri que ela era virgem!!!
- Ora pois, uma virgem, quem diria, como é que pode?
- Então eu decidi ir embora e nunca mais olhar para a cara daquela mulher!
- Fizeste muito bem, meu filho: o que não serviu para os outros, também não serve para ti!!!"
E já dizia uma amiga minha "quem contrata um motorista que nunca conduziu, só sabe a teoria e não tem kms feitos?" Dá que pensar. Ai dá, dá! Mas será que isso ainda existe?!
Dizem que é difícil entender as relações, que não há relações perfeitas. Creio, no entanto, é que não há pessoas / pares perfeitos, mas há seres que são perfeitamente capazes de se esforçar por isso. Tudo o mais é irrelevante, incoerente ou, simplesmente, desnecessário!
Há uma frase muito certa que uma vez li: os homens querem sexo, mas mulheres querem romance.
De facto, é bastante verdadeira, mas só a 50%. Parece-me é que os homens preferem começar pela parte física (a.k.a. sexo) enquanto as mulheres preferem começar pelo romance!!!
Por favor, não me venham com histórias a achar que as mulheres não querem sexo. Claro que sim! Apenas não querem começar exactamente por aí! Querem floreados, rendas, florinhas, lacinhos, bombons, flores, ursinhos e balões... depois venha a sobre-mesa! Ah pois!
Serão homens e mulheres assim tão diferentes?
Não me parece. Apenas começam em sentidos opostos e é bom quando se conseguem encontrar a meio termo.
Quanto à escolha do/a parceiro/a, parece-me que também há uma situação oposta: enquanto as mulheres normalmente vão esperando pela pessoa que desejam, muito quietinhas no seu canto, a pensar em experimentar, já os homens vão experimentando o que aparece por perto, pensando em desejar um dia alguém junto a si.
Basicamente, as mulheres sonham, os homens experimentam, que é como quem diz: as mulheres são literatura, os homens são ciência!
Assim, creio que posso concluir: as mulheres (sedutoras, quentes, inteligentes, ternas, carinhosas...) são de Vénus. Os homens (director, espertos, calientes, conquistadores, tentadores...) virão, pois, de outro lugar qualquer!
E se os sentimentos fossem tão metaforicamente fáceis como cozinhar?
Por exemplo, queremos mais paixão, adicionamos uns pedacitos de pimento picante. Queremos desejo ardente, coloca-se jindungo. Desejamos um "je ne sais quoi" de frescura, sabor e aroma, então picamos a cebola, o alho, outras verduras e faz-se uma bela salada de verão: ovas, delícias do mar, polvo, algo assim...!!!
E perdem-se os segundos (porque não interessam!), esquecem-se as distâncias - porque nenhum alimento está demasiado longe-, misturam-se os condimentos - mais, ou menos especiarias, consoante o paladar-, tudo com muita atenção e ao mínimo detalhe e o milagre vai acontecendo na tábua de cortar, com diferentes facas para magicar diferentes alimentos e, mais tarde, ao calor ou ao frio... e finalmente ei-lo! O alimento pretendido, com um odor delicioso, um paladar espectacular e, além de tudo, matando a fome que já apertava!!!
E, melhor que tudo isto, é partilhar esse maravilhoso manjar num terraço... com vista para o mar, sentindo a suave brisa que beija a pele, inalando a mágica fragrância marinha de sal, areia, vegetação litoral... deixando as horas passarem, porque não interessam, esquecendo obstáculos levantados, porque nada mais importa... o importante é o aqui e o agora, deixando a vida...SIMPLESMENTE ACONTECER! :)))
Algures, far, far, away...vivendo e permitindo-me sonhar! :=)
Iva*
(E quem diria que um post previamente definido para escrever sobre cozinha viria ter a relações e sentimentos?! Bem, no fundo talvez não existam assim tantas diferenças entre as artes da culinária e as artes do amor ou, como um amigo meu costuma dizer, entre sobre a mesa e a da sobremesa...ahahahah! Spiçy q.b. é sempre excelente!!!)
Tal como toda a gente nesta altura, ou a sua maior parte, estou a empacotar coisas.
Empacoto roupas, comida e outros tantos objectos. E empacoto também sentimentos. Não vale a pena continuar a ser estúpida - quando se quer, quere-se! Caso contrário, não vale a pena. Quando há dúvidas a resposta está dada. Quando da minha parte não as há, também a resposta está dada: é melhor afastar-me, colocar na mala e esquecer.
Parto para uma terra far far away, levando na bagagem o que quero e também o que não quero. Espero voltar recomposta e a pessoa que realmente sou - sem receios, angústias ou segundos sem sorrir. Sempre fui assim, mas este meu coração estúpido e teimoso teima em deixar-me ficar mal muitas vezes. Esquece, amigo! Já não mandas nada.
Quando se ama, tem de ser com amor. Sem receios ou dúvidas. Quando há hesitações da outra parte, é para esquecer. Se foi coisa que aprendi é que os homens quando querem, fazem por isso. Não que estes pensamentos se encaixem directamente à situação actual, mas... por cá ficam então as palavras...!
Penso que deixei umas coisinhas por dizer quando ao pintarolas gravatinha (daqui para a frente chamo-lhe só pintarolas!). Sinceramente, não me interessa entrar em detalhes, mas importa pôr isto cá para fora para um dia reler e me lembrar da lata que as pessoas têm.
Pormenores à parte, parece que a dita criatura não só queria fazer as pazes, como pensa que, dois anos e picos passados sobre o “assunto”, poderia ficar bem comigo, retomar a amizade e… mostrar, não como amigo, aquilo que antes não fez. Mas deixem-me recordar umas quantas coisas: não era eu que tinham uma infindável lista de defeitos físicos?! E não era eu que não era boa para ele por não ser uma loiraça mamalhuda e curvilínea que fizesse cair os queixos dos “gajos” (como ele mesmo disse!) quando passo na rua?! Entre tantas outras coisas, será que afinal mudei? I don’t think so!!!
E se no trabalhinho agora se nota a falta da mãozinha da menina Iva (que ninguém soube!), e o menino não faz as coisas tão perfeitinhas como antes (por que será?!), então ninguém me culpe! Ele levou sempre os louros de tudo, era o menino perfeito, à minha custa! Agora deve querer retomar! Ou, como o mesmo disse, já tem outra idade, quer uma família sua, já tem outra maturidade, já experimentou muitas coisas e agora quer algo sério.
Hello? Escapa-me algo? Que é que eu tenho a ver com isso?!
Um recadinho: um dia disse-te que se tudo terminasse, não precisavas vir atrás de mim depois porque não haveria volta a dar. Riste-te e disseste que a cada esquina haveria outra pessoa. Então como é, agora esqueceste as putas e a tua bi ou homo sexualidade e já te lembras de mim que, by the way, nunca estive numa esquina?
Lamento, mas… AGORA JÁ NÃO! DEFINITIVAMENTE!
E, meu caro, não me estou a fazer difícil, mas que culpa tenho eu se, quando saio para as refeições, não me lembro de ti para te convidar a fazeres-me companhia?! Ok, estás no mesmo edifício, porta ao lado, mas… será difícil entender que, apesar de já teres confirmado que o anel que uso não é de comprometida, nada quero contigo?
Tudo bem, és alto, jeitoso, charmoso, bom corpinho e espadaúdo, mas nem com um saco na cabeça! Nem amordaçado para não falares! É que tu não és inteligente e, de esperto, pouco pareces ter.
Para ti, isto: AGORA JÁ NÃO! ANTES SÓ, QUE ACOMPANHADA POR TI!
E os pormenores de andares atrás e, entre outras coisas, inventares desculpas para me tocar e mexer no cabelo, roçares-te em mim (entre MUITAS mais coisas)… atenção! Sou baixinha e magrinha, mas se me chateio… levas um “selo na cara”, que é para ires de viagem para férias mais cedo!